Mostrando postagens com marcador e-book. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador e-book. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Biblioteca britânica disponibilizará 65 mil ebooks

(Por Jacqueline Lafloufa)

Em parceria com a Microsoft, a Biblioteca Britânica deve disponibilizar cerca de 65 mil livros clássicos do século XIX em formato de ebook. O acervo contará com grandes nomes da literatura como Charles Dickens, Julio Verne e Jane Austen, e parte dele poderá ser adquirida de forma gratuita.

Segundo o site IT PRO , mais de 40% dos títulos disponibilizados não são encontrados em nenhuma outra biblioteca, o que faz da empreitada algo ainda mais importante. As edições digitais serão fiéis aos originais, apresentando a mesma tipografia e as mesmas ilustrações dos livros físicos, ressalta o site TechWatch .

Segundo o TG Daily , foram necessários três anos de trabalho para que estas edições - algumas bastante raras - pudessem ser disponibilizadas ao público. Os ebooks que não forem disponibilizados gratuitamente poderão ser adquiridos por cerca de 15 euros (aproximadamente 38 reais) na loja do Kindle da Amazon.

Felizmente, existem planos de continuar com a parceria para disponibilizar também títulos do século XX. A previsão da Biblioteca Britânica é que até 2020 mais de 50 milhões de livros estejam disponíveis em formato digital.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Leitor de livros eletrônicos gera polêmica

Há algum tempo atrás falei sobre o lançamento do e-book da Amazon. Lembram-se? Mais notícias sobre ele. Agora, com uma polêmica.
(Notícia retirada do PublishNews, 17/02/09)
Ler um livro em voz alta pode ser considerado pirataria? O novo aparelho que reproduz livros eletrônicos da Amazon, o Kindle 2, tem gerado polêmica no mercado editorial norte-americano desde seu lançamento por causa de uma função que faz algo parecido com uma leitura robótica dos livros eletrônicos. A ferramenta, que está na segunda versão, é uma espécie de "iPod dos livros". O Kindle 2 reproduz na tela uma versão eletrônica de um livro comprado pelo usuário no próprio site da Amazon.com. Como gadget também é capaz de "ler" em voz alta o texto do e-book, isso causou controvérsia entre editores e agentes literários nos EUA. De acordo com o Wall Street Journal, o presidente do sindicato dos autores, Paul Aiken, afirmou que comprar o livro eletrônico e instalar no aparelho não dá ao usuário o direito de ouvi-lo em voz alta, em áudio. Segundo ele, essa reprodução configura "um direito de reprodução auditiva, que está previsto na lei de direitos autorais". De acordo com o advogado Rony Vainzof, especializado em direito eletrônico e autor de livros sobre o tema, no Brasil uma situação como essa dificilmente caracterizaria violação dos direitos autorais. (Estado.com - 13/02/2009 - Por Ana Freitas )
Veja a galeria de fotos do Kindle 2