quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Robôs comandarão British Library

Ao me deparar com essa notícia hoje, fiquei a pensar com meus botões: Está vendo? Nossa área está por um triz! Logo, logo, seremos apenas uma mera alusão dentro de uma enciclopédia das coisas extintas. Mas depois pensei melhor e vi que não há por que se preocupar. Não existe nada nesse mundo que não nos adaptemos. Somos por excelência, seres bem adaptáveis, logo, bibliotecários de todo o mundo com certeza encontrarão meios de se moldar à nova realidade que se apresenta. Segue a notícia de que falei:
Bibliotecários da British Library substituídos por robôs
A Biblioteca Nacional do Reino Unido vai reinstalar parte do seu acervo num novo prédio, onde a responsabilidade pelo armazenamento de 7 milhões de itens passará de um bibliotecário para uma grua - aparelho para levantar pesos, como um guindaste - robotizada.
O centro climatizado de 30 milhões de libras na cidade de Boston Spa, no norte de Inglaterra, irá abrigar o equivalente a 262 quilómetros de estantes, num tipo de armazenamento de alta densidade que normalmente é usado mais por retalhistas do que por bibliotecas.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

4ª edição do Natal com Letras

Belíssimo projeto a se realizar nesse final de ano. Para quem estiver no Rio e puder comparecer, leve suas crianças que será um presentão!

(Notícia retirada doPublishNews - 24/11/2009)
A Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ realiza a partir de hoje, dia 24, seguindo até a quinta-feira, dia 26, a 4ª edição do Natal com Letras na Biblioteca Nacional. A proposta é deixar um pouco de lado o clima comercial do festejo de final de ano e fazer com que as crianças mergulhem em um ambiente literário. O evento tem entrada franca e acontece das 9h às 17h no Espaço Eliseu Visconti (Rua México, s/n°, Centro. Rio de Janeiro/RJ). Para os visitantes, crianças, jovens e adultos, foram montadas bibliotecas diferenciadas com mais de 2 mil títulos, com a intenção de valorizar as obras de qualidade, a divulgação da produção brasileira e a promoção da biblioteca como espaço público de leitura. A programação voltada para os pequenos leitores contempla encontros com escritores e ilustradores, além de leituras de histórias. Escolas e instituições interessadas podem agendar a visita de seus grupos com Rachel, pelo e-mail http://mail.uol.com.br/compose?to=visitacaoescolar@fnlij.org.br ou pelo telefone 21 2262-9130.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Uma ideia boa de se abraçar

Com milhares de livros na mão e uma ideia na cabeça, a paulistana Duda Porto de Souza decidiu buscar apoio para realizar o sonho de construir uma biblioteca infantil multilíngue. Embora tenha imensa dificuldade para ler por sofrer de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), a jovem de 25 anos já escreveu três livros infantis e não mede esforços para arrecadar obras para a biblioteca. De boca em boca, ou melhor, de e-mail em e-mail, o projeto chegou ao Centro Universitário Belas Artes, que abraçou a causa de imediato.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Apresentando a Biblioteca escolar

Excelente iniciativa do CRB em mostrar a Biblioteca Escolar através de uma exposição. É uma forma de levar a toda sociedade brasileira o que ela faz, sua importância dentro de uma instituição de ensino e do quanto a biblioteca bem equipada,com um acervo atualizado e uma equipe homogênea comandada por um (a) profissional de biblioteconomia pode auxiliar e colaborar com a aprendizagem e o ensino. Uma escola sem biblioteca, é como um corpo sem coração e cérebro. Faltando conhecimento e o acesso a ele, e faltando calor e atenção, qualquer escola fica "aleijada" sem esse espaço tão significativo. Afinal, uma biblioteca escolar não é somente um repositório do saber mas sim, um espaço alegre, vivo onde as pessoas se encontram, interagem e trocam informações e reforçam as amizades. Nesse exato momento, olho sob a tela de meu computador e observo as mesas da bibliotecas ocupadas por jovens do ensino médio que estudam, debatem, conversam, tornando o espaço cheio de vida e alegria. Os livros são importantes? Sem dúvida. Mas somente as pessoas que frequentam uma biblioteca é que dão vida ao ambiente e aos livros que, enquanto aguardam nas prateleiras sua vez de serem manuseados, ficam temporáriamente inanimados, sem vida. E a diferença que uma biblioteca faz na vida de uma criança e de um jovem, sem dúvida é grande se comparado com aqueles que nunca entraram em uma biblioteca, nem mesmo para conhecer. Sei que para muitos, pode até parecer que estou sendo tendenciosa em defender tanto esse espaço mas, vamos ser sinceros: Como não elevar um ambiente que convivo há tantos anos e que devido a essa experiência, tenho a plena certeza que é algo benéfico para o estudante, professores e todos que a frequentam? Parabéns mais uma vez a essa iniciativa que o CRB e todos os orgãos ligados a bibliotecas estão fazendo para que mude de vez essa imagem tão negativa da biblioteca escolar. Vamos reforçar esse apoio? Contos com vocês!



quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Qual o futuro do livro? Quer saber?

E falando em leitura, nos remetemos aos livros. E sobre eles, acontecerá um evento bastante interessante no Rio de Janeiro:
(Notícia retirada do Publishnews, 11/11/09)


Nos corredores editoriais o zum-zum varia de empolgação a desinteresse, de previsões animadoras a apocalípticas. Fora do Brasil, e-Books e e-Readers já são realidades que alteraram os processos contratuais, produtivos e comerciais do mercado editorial. Em solo tupiniquim, só agora o povo do livro começou a dar maior atenção ao assunto – com boas exceções, como sempre. E o Kindle chegou por aqui também. Com curadoria e produção da jornalista e produtora cultural Valéria Martins e da escritora e professora Suzana Vargas, diretora da Estação das Letras, e com patrocínio da Oi, rola no Rio de Janeiro no Oi Futuro em Ipanema (Rua Visconde de Pirajá, 54. Tel.: 21 3201-3010) nos dias 16, 18 e 19/11 o seminário Livro@Futuro.com. A proposta do evento é discutir o futuro do livro como produto e objeto de consumo frente à revolução provocada pelos leitores digitais, com a participação de profissionais de todos os segmentos do mercado editorial e representantes da criação literária nacional. Divididos em três mesas, os debatedores serão a professora Heloísa Buarque de Hollanda, Murilo Marinho, o economista Fábio Sá Earp, Rui Campos, da Livraria da Travessa, a agente literária Lucia Riff, o editor Carlo Carrenho, um entusiasta do ebook, o artista e poeta Michel Melamed, o crítico literário Ítalo Moriconi e a escritora Ana Paula Maia. Todos os dias à tarde, haverá workshops com atividades de criação literária na internet. Confira aqui no PublishNews a programação completa do seminário.

Leitura: uso terapêutico

Vários projetos de leitura continua acontecendo por toda parte. Isso é muito bom pois observamos que a sociedade num todo começa aos poucos a se conscientizar da importãncia da leitura em todos os níveis, em todas as camadas sociais e em todos os lugares. Prova disso é o belíssimo projeto desenvolvido por esse grupo:
(Notícia retirada do Publisnews, 12/11/09)
Diariamente, desde 2001, carrinhos coloridos cheios de livros percorrem os corredores do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG), na Universidade Federal de Rio de Janeiro (UFRJ). Junto com os livros, vão almofadas, tapetes e objetos lúdicos para recriar no ambiente hospitalar uma nova casa para crianças internadas. É o projeto Biblioteca Viva em Hospitais. São milhares de beneficiados, entre quem ouve e quem conta as histórias. Afinal, os mediadores de leitura, formados pelo hospital, entre funcionários e voluntários, se dizem recompensados diante do rostinho reluzente de alegria ao final de cada livro. "Algumas vezes fui surpreendida por pais, mães e avós tão envolvidos em minha leitura que, ao término, diziam: Agora conta aquela ali, tia", relata Milena Baltar Nicolay, aluna da Faculdade de Letras/UFRJ. Leia mais

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Evento imperdível!

Olha aí: Para quem se encontra no Rio de Janeiro ou tem a facilidade de se deslocar para lá, uma ótima oportunidade de participar dessa palestra sobre biblioteca:

Em defesa da Biblioteca já!

Nos dias 13 e 14 de novembro, os IRCs do Rio de Janeiro e São Paulo irão promover a palestra "Em Defesa das Bibliotecas Já", relacionada com a área de Ciência da Informação. Uma expert americana, Camila Alire, presidente da Associação dos Bibliotecários Americanos (ALA), virá ao Brasil para falar sobre este assunto.

Confira os locais abaixo:
Rio de Janeiro:
Data: 13/11/2009
Horário: 14h às 16h
Local: Casa Rui Barbosa
Endereço: Rua São Clemente, 134
Inscrições gratúitas via e-mail / Fax: ircrio@state.gov / (21) 3823-2124

São Paulo:
Data: 14/11/2009
Horário: 9h às 16h
Local: TUCA - Teatro da Universidade Católica
Endereço: Rua Monte Alegre, 1024 - Perdizes
Inscrições gratuítas: http://www.acquaviva.com.br/sisconev/index.asp?Codigo=22

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A meta dessa iniciativa é arrecadar 500 mil obras

Entre inúmeras maneiras de se divulgar a leitura e formar novos leitores, essa iniciativa é bem legal e criativa. E temo aval de um dos maiores escritores brasileiros da atualidade: Luís Fernando Veríssimo. Olha que legal, a começar pela carinha do site:
(Notícia retirada do PublishNews, 06/11/09)
O livro inédito de Luís Fernando Veríssimo, Os espiões, está trancado a cinco chaves, mas os leitores poderão lê-lo se fizerem uma boa ação: doarem uma obra para o Banco de Livros. Em sua segunda edição, a iniciativa, realizada no Rio Grande do Sul, tem como meta arrecadar 500 mil livros, que serão enviados a penitenciárias, escolas comunitárias, favelas, hospitais, asilos e creches. Até o final desta quarta-feira, dia 4, cerca de 90 mil obras já haviam sido entregues nos 1.500 postos de coleta da campanha. Neste ano, a doação pode ser feita também nas agências dos Correios, localizadas em todos os municípios gaúchos. Quem tiver interesse em se desfazer de grande quantidade de obras pode entrar em contato pelos telefones 0800 54 16 000 ou 51 3026-8020. Uma equipe irá buscar o material. Somente na Feira do Livro, são 11 pontos de doação, localizados nos estandes dos principais veículos de comunicação, nos balcões de informação e no estande da Fiat. Além destes, há caixas de coleta nas agências dos Correios, farmácias Panvel, lojas Colombo, Safe Park, Supermercados Zaffari e concessionárias Chevrolet. Maiores informações pelo site

Site disponibiliza poesia em várias línguas

Para você professor de literatura ou mesmo você que simplesmente curte uma boa poesia, esse site é bem interessante e vale a pena conhecer:
(Notícia retirada do Deutsche Welle, 30/10/09)
Através de parcerias em 41 países, o site Lyrikline oferece ao usuário 5.550 poemas em diversas línguas, além de áudios a serem baixados da internet no idioma original. Christiane Lange, da Literaturwerkstatt (oficina de literatura) de Berlim, está convencida de que poesia é também sonoridade. "Ou seja, não basta ler um poema. Este tem um ritmo, uma respiração. Ao se ouvir uma poesia, principalmente quando lida pelo próprio poeta, a obra ganha uma presença física", analisa Lange. Por isso, no site www.lyrikline.org não se pode apenas ler poemas impressos, mas também ouvi-los em arquivos de áudio. Nos dez anos de existência do site, foram publicados mais de 5.500 poemas. "Começamos com 16 poetas alemães. Aí o projeto foi crescendo cada vez mais. Hoje, temos parceiros em 41 países", diz Lange.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Devagar quase parando. Mas ainda não parei.

Cansada...cansaço...canseira...tô um prego!!!...tô pregada!!!... Enfim, não estou com cabeça, nem com criatividade para escrever ultimamente portanto...tenham paciência e não me abandonem.
Em breve voltarei.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Colóquio entre Educadores: um balanço do que foi visto e ouvido

Saí do segundo e último dia do Colóquio entre Educadores com um sentimento que a princípio, não estava conseguindo traduzir. E no caminho de volta ao colégio onde trabalho, vim pensando sobre isso. É muito bom ver profissionais que levam a sério seu compromisso com a área escolhida e observar que, mesmo com todas as dificuldades encontradas diariamente, eles não perdem seu foco, nem seu intusiasmo. Notei também que poderá demorar um pouco para mudar a imagem do bibliotecário escolar que a sociedade tem. No entanto, já antevejo movimentos bem suaves, quase imperceptíveis que levarão a um resultado positivo. É fato que o perfil do bibliotecário escolar e demais áreas terão que mudar pois o próprio mundo, a própria sociedade mudou porisso, não há mais espaço para o profissional extritamente técnico. Existe a necessidade de transformação em todos e nós, que trabalhamos dia a dia com o universo educacional também observamos esse mesmo movimento ocorrendo entre os professores que sofrem tanto quanto nós, esse descaso e essa ideia errônea do que fazemos e do quanto é importante nossa atuação em suas vidas. Participando do grupo Blogs Educativos onde a grande maioria é de professores, tenho lido muito a respeito da tristeza deles mediante o pouco caso que recebem de todos. Por mais que façam, nunca são reconhecidos e respeitados como deveriam.
Com toda essa crise - que não é de agora - só temos uma saída: renovação! Sinto no ar um cheiro de renovação na Educação brasileira. Grupos cada vez mais se mobilizam para que mude a forma de se educar no país. Esse modelo vigente não serve mais para essa sociedade que está em plena transformação e evolução. E nós, bibliotecários assim como os professores, também sofremos com essas mudanças e chego a seguinte conclusão: Ou paramos de lamentar e passamos a ação efetiva, ou seremos tragados e passaremos a ser uma breve e apagada lembrança. A biblioteca enquanto espaço físico ou não, também tem que passar por essa mudança e se adequar às novas necessidades. A mobilização tem de partir de todos e a união entre os que fazem parte dessa grande família que é a educação (professores, orientadores, assistentes, coordenadores, diretores, donos de escolas e bibliotecários) é algo que deve acontecer. Essa rusga existente entre o meio pedagógico e o meio biblioteconômico tem e deve ser deixada de lado para que unidos e fortalecidos, busquem novas formas para se trabalhar, serem reconhecidos e respeitados por todos. É interessante como as coisas vêm ao nosso encontro nos momentos em que passamos a refletir sobre determinado assunto. Já venho pensando sobre as mudanças há algum tempo e, como a grande maioria, continuo estacionada e acomodada aguardando que outros o façam por mim. No entanto, um sentimento ruim me acomete por não fazer nada que possa contribuir para mudar esse quadro. Sempre temos alguma desculpa. Só que chega uma hora em que não dá mais para "fingir" que o problema não é meu. A educação é problema meu sim pois boa ou má, se reflete em minha vida das mais variadas formas. E hoje, quando a última palestrante Silvana Aguiar iniciou sua fala que era sobre liderança, foi descortinando algo em meu espírito que desencadeou verdadeiro tsunami interior. E creio, pela reação de todos que ali estavam, que esse tsunami varreu agitando e muito essa "água estagnada" em nossos seres. Toda essa manifestação pessoal, é para agradecer a todos que participaram direta e indiretamente da realização desse encontro de profissionais realmente engajados em mudar o panorama vigente.
Ao Conselho Regional de Biblioteconomia 8ª Região e ao International Association School Librasianship qu tem se empenhado em tirar do marasmo a biblioteca escolar em todo o país, a começar por aqui, São Paulo, o meu agradecimento sincero de tudo o que tenho visto, ouvido e presenciado em ações. Tenho absoluta certeza que esse projeto Mobilizador da Biblioteca Escolar se desenvolverá e amdurecerá de uma forma muito bonita. Isso já deixou de ser apenas sonho e está se transformando em realidade.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Colóquio entre Educadores : um ótimo começo

Iniciou hoje o Colóquio entre educadores promovido pelo Conselho Regional de Biblioteconomia 8ª Região e a IASL (International Association School Librarianship com o tema: Biblioteca Escolar: Repensar e Inovar. Com o firme compromisso desses profissionais em discutir e levar ao conhecimento das entidades políticas e da sociedade, a importância e o real papel do bibliotecário escolar, esse é mais um passo a ser dado.
Evanda Paulino, atual presidente do CRB8, abriu o colóquio expondo a importância desse encontro entre bibliotecários e educadores e a necessidade de se expandir a figura do bibliotecário escolar e da biblioteca no âmbito escolar.
A seguir, Nêmora Rodrigues, presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia deu um parecer sobre a evolução do projeto que nasceu no ano passado durante o encontro sobre bibliotecas escolares: o Programa Mobilizador Biblioteca Escolar. Mostrou o que o conselho tem feito, as dificuldades que tem encontrado e o que já se conseguiu mobilizar a nosso favor.
Katharina Berg, diretora regional para América Latina e Caribe da International School Librarianship também relatou o que tem sido feito e o quanto essas entidades juntas estão trabalhando para ampliar e difundir a imagem da biblioteca escolar e seus profissionais.
O primeiro palestrante a falar foi Roberto Meizi Agune, sobre o tema: Informação e renovação.
Coordenador do Grupo de Apoio Técnico à Inovação do Governo do Estado de São Paulo, ele nos relatou suas experiências ao implantar esse projeto tendo em mente a melhoria e qualificação do profissional da área pública. Orador seguro, Roberto demonstrou à todos que estavam na platéia, da necessidade de todo profissional se qualificar e se atualizar em linguagens tecnológicas pois esse, é um caminho sem volta. Nos disse que o livro permanecerá mas que outras linguagens farão ( algumas já fazem) parte de nosso cotidiano e que, o profissional que não se atualizar e aprender a dominar tais ferramentas como blog, twitter e outros, será carta fora do baralho. Apesar de todo relato ser da sua rotina no governo do Estado de São Paulo, sua experiência nos mostrou que é possível ser aplicada e com sucesso, em todas as áreas. Principalmente em nossa área da informação, e isso inclui a biblioteca escolar sem dúvida.
O outro palestrante do dia foi o professor doutor Fredric M. Litto, presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância. Seu tema abordado : O impacto da tecnologia no profissional.
Profº Litto complementou o que Roberto já havia iniciado em sua palestra e comfirmou mais uma vez, o quanto o profissional da área da informação carece de se desenvolver e dominar as linguagens tecnológicas e tudo o que ela nos oferece de bom para desempenharmos nosso trabalho com eficiência. Nos falou da educação a distância que a cada dia se fortalece e se aprimora em toda a parte e que, é um meio, um caminho para nós nos desenvolvermos. Adorável em suas explanações, sempre pontuadas com uma humor delicioso, profº Litto nos presenteou com ideias e informações que, sem dúvida, farão todos que ali estiveram repensarem sua conduta profissional e dar novas diretrizes à ela. Enfim, saí de lá satisfeita e com a certeza que todo o empenho das equipes do Conselho Regional e do IASL trará frutos em breve . E, amanhã tem mais!!!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Mundo digital : uma reflexão segundo Ubaldo Ribeiro

Com tantas discussões a respeito do fim dos livros que ouço constantemente desde que entrei na faculdade em meados de 1995, já ouvi muitas histórias sobre isso. Com o lançamento dos livros digitais, essa discussão voltou com carga total. Outro dia, aqui onde trabalho muito falamos a respeito disso e, mais uma vez reafirmo (se estou certa, não importa) que o livro não vai acabar, logo, não me preocupo com isso. O escritor João Ubaldo Ribeiro escreveu essa semana um texto que, pelo que vi, está repercurtindo bastante na net. Já vi o texto em vários blogs e, mesmo assim, acho que vale a pena postar. É muito bom! Como tudo que escreve.


Futuro tecnológico - texto original saiu no jornal O Estado de S. Paulo, 18/10/09)


Olho para o monitor à minha frente e lembro como, faz tão pouco tempo, eu estaria diante de uma pilha de laudas em branco, ajeitando pelo menos duas delas na máquina de escrever, com uma folha de papel-carbono ensanduichada entre elas. Os erros eram apagados com uma sucessão de xis e as emendas feitas laboriosamente a caneta, resultando disso um texto imundo e desfavoravelmente comparável a um papiro deteriorado.Dicionário era na base do levantamento de peso e da lupa de leitura e descobrir se o nome de um sujeito era com q ou com k às vezes demandava até pesquisa telefônica. E, depois de escrever a matéria, ainda se tinha de enfiá-la num malote e rezar para que chegasse a tempo.Hoje acho que teria dificuldade em encontrar papel-carbono para comprar, a juventude nem sabe o que é máquina de escrever, os dicionários, enciclopédias e até papiros deteriorados estão a um par de cliques de distância e tudo, de textos a ilustrações, se manda por via eletrônica.Claro, ninguém ou quase ninguém tem saudade dos velhos tempos trabalhosos, até porque não adianta e quem não gostar pode descer do bonde. E minha situação não é diferente, mas de vez em quando fico pensando em certos progressos e cá me acorrem algumas dúvidas.Uma das vantagens atuais em que mais se fala é a possibilidade de trabalhar em casa que agora muita gente tem, em vez de se engravatar, pegar transporte ou se estressar de carro e comparecer a um escritório todos os dias. Há cada vez mais felizardos que trabalham de bermuda, sem camisa e até à beira de uma piscina, almoçam comidinha caseira e econômica, estão na vida que pediram a Deus. Mas acho que, se, em certos casos, isso é verdade, em outros nem tanto, pelo menos a longo prazo. Será que é melhor mesmo não conviver mais com colegas, não participar do bom e do educativamente chato que a convivência diária no trabalho enseja? Será que podemos mesmo dispensar, sem grande prejuízo, as amizades feitas assim, a experiência e o conhecimento que assim nos adviriam? E, se essa prática dá certo no trabalho, por que não dará na escola? Os estudantes teriam aulas pela internet, com diversas vantagens sobre o sistema atual, dispendioso e cheio de riscos, ocasionados até mesmo pela convivência com colegas violentos ou inconvenientes.Não tenho tanta certeza dessas vantagens, como acho que pelo menos alguns de vocês também não têm.Sei de gente que dedica todas as suas horas vagas à internet, no sem-número de grupos de que se pode participar.Assim mesmo, não sobra tempo para responder à enxurrada diária de e-mails e mensagens variadas. O contato pessoal direto, já ameaçado pelo medo que temos de sair (embora também tenhamos medo de ficar em casa, a vida é dura), se torna, para a turma mais radical, um risco desnecessário, uma coisa até meio passée, quando dispomos de recursos como os programas de conversa e as webcams.Tudo muito certo, tudo muito bom, mas me incluo no time dos que acham que, nesse passo, vamos nos resignar de vez a viver em tocas e morder, se por acaso toparmos inesperadamente um semelhante. Esse progresso para mim é retrocesso.Assim como, do ponto de vista do leitor, tenho certeza de que encontrarei companheiros de ideal, em relação a esse negócio de máquina de ler livros, dos quais aquele em que mais se fala é o já famoso Kindle. Para quem não gosta de livros e apenas os usa porque precisa e não pode evitar, com certeza terá utilidade. Para quem tem necessidade de ler notícias apressadamente, também. E, enfim, quebrará o galho de uma porção de gente, em áreas que nem podem ser bem previstas agora.Mas, para quem gosta de ler, como eu e vocês (se não gostassem, não estariam lendo isto aqui, achariam coisa melhor para fazer sem muita dificuldade), as trapizongas que estão criando para se ler já chegam causando perplexidade por uma razão elementar, que não pode deixar de ter ocorrido a quem quer que haja pensado um pouquinho sobre o assunto.Antes dessa tremenda invenção, qualquer um podia pegar um livro e lê-lo, tendo como equipamento indispensável, no máximo, uns óculos. De agora em diante, se a moda pegar, isso acabará sendo inviável. Escapame à compreensão o progresso contido num livro que requer um aparelho — e não tão baratinho assim — para ser lido, quando hoje não se precisa de nada, basta saber ler.E já vêm aí os vooks, Deus nos valha.Os vooks são livros que também incluem outros elementos, tais como depoimentos de voz, barulhos, clipes de vídeo, peças musicais e assim por diante. Nesse caso, por que não ir logo ao cinema ou assistir a um DVD? Para que descrever cenas ou relatar episódios, se eles podem ser mostrados com o mínimo de intermediação possível? Por que escrever um livro — indagação, no meu caso pessoal, algo inquietante — e não fazer logo um filme, com todos esses elementos, que a palavra escrita não dá? Claro, alguma coisa não tem sido bem pensada, nessa história toda. Há quem argumente que, progresso ou não, é a realidade e esta aponta na direção da obsolescência do livro. A fundamentação principal, segundo a qual o livro dá muito trabalho ao leitor, tem como derradeira consequência lógica a de que, no futuro, o que hoje se consegue com a leitura se conseguirá sem esforço, por meio de uma injeçãozinha ou da implantação de um chip no cérebro. Quanto ao trabalho, principalmente mental, que o livro dá ao leitor, pergunta-se: a ideia não era essa? Com certeza não chegarei até lá, mas antevejo o dia em que o livro impresso será apresentado como a última novidade.

sábado, 10 de outubro de 2009

Professores do Brasil - Blogagem coletiva

Quando aceitei participar dessa blogagem coletiva sobre o dia do professor promovida pelo blog Ponderantes, fiquei a imaginar o que escreveria. Pensei, pensei e, aos poucos foi se formando a ideia do que falar.
Comecei a retroceder no tempo e fui me lembrando dos professores que marcaram minha vida escolar. Nossa, percebo agora que fui muito privilegiada pois tive a felicidade de conviver com excelentes professores que, além de me formarem nas suas áreas, me passaram formação para a vida. Mestres iluminados, pessoas maravilhosas que, sem dúvida, me fizeram uma pessoa melhor.
Voltando lá atrás, quando ingressei na pré-escola, lembro-me com muito carinho e saudade da minha primeira professora. A tia Maria Amélia. Um encanto de pessoa, carinhosa, bonita, parecia uma fada. Tive por ela um carinho imenso. Tanto que, quando ela foi transferida, chorei muito. Sentia a falta dela direto mas, aos poucos fui superando sua falta pois conheci outras professoras que também me conquistaram. Já no primeiro ano primário, tive como professora a dona Deise. Loira, de olhos azuis, tinha uma aura de paz e meiguice que conquistou a todos na classe. Na terceira série tive o prazer de conhecer a irmã de dona Deise, também professora, dona Diva. Nossa!!! Uma figura! Ao contrário de sua irmã, Diva era uma explosão de cores e sorrisos. Cabelos ruivos, curtíssimos, usava uma maquiagem forte. Lembro-me sempre de seus batons vermelhos naquela boca que sempre sorria. Seus olhos eram puro brilho de vida. Excelente professora! Na quarta série, tive meu primeiro professor: Seu Rubens. Cabelos castanhos claros, olhos esverdeados e um enorme bigodão. Figuraça!!! Ele havia sido amigo de infância de meu pai e quando soube que era filha dele, vivia me lembrando o quanto era semelhante ao meu pai quando pequeno. Inclusive nas traquinagens. Já no ginásio, tive professoras que me marcaram bastante a vida escolar. Professora Maria Inês que me despertou o interesse por literatura, professora Maria Vitória que apesar de brava e enérgica, sempre a admirei pois trazia um conhecimento que me deixava atônita. Com ela aprendi a gostar da língua francesa e toda a cultura desse país. Professor Nelson...ah, figura linda e como gostei de conviver com ele durante os quatro anos do ginásio. Através da convivência com ele, tive a oportunidade de conhecer o que é cultura. Professor de educação artística, ele fez muito mais do que ensinar a desenhar retas e ângulos. Ele nos colocou em contato com a música brasileira que ainda não tinha acesso. Conheci Milton Nascimento, Gilberto Gil, Elis Regina, Beth Carvalho e, conheci um grupo internacional que me fez a cabeça: Pink Floyd com seu álbum The Dark Side of the Moon. Pirei na época de tanto que gostei. Tanto que até hoje tenho o "bolachão" comigo. Enfim, o professor Nelson nos iniciou na vida cultural nos mostrando a importância das artes no geral. Teatro, música, artes plásticas. Quando ingressei no ensino médio, tive como professor que me marcou, o professor Zen. Era considerado o pai de todos pois tinha um imenso coração. Matemática que sempre foi meu calcanhar de Aquiles, passou a ser um monstro menos terrível através de suas explicações e de sua paciência comigo. Já no cursinho, conheci pessoas ímpares. Professor Pacheco, de química. Figuraça mesmo! Brincalhão, sarrista, mas de um coração imenso! Professor Pimenta, de física, companheiro de pacheco em suas estripulias. Tive o privilégio de ser aluna de Demétrio Magnoli, hoje um dos mais importantes escritores de geopolítica do país. Já na faculdade, conheci vários que me marcaram e que conservo a amizade até hoje: Profª Mercês, Profª Evanda, Profª Sandra, ProfºFernando, Profº Claudio...foram tantos que não dá para eleger apenas um. Já na pós-graduação, tive o privilégio de conhecer a profª Rejane que foi muito importante num momento difícil que passava em minha vida. Além de ensinar sua matéria, ela foi fundamental passando uma lição de vida para mim, me orientando como proceder em meu trabalho já que a crise que enfrentava era lá.
Professores do Brasil, tenham a certeza que o caminho que escolheram apesar de tantos espinhos, é um caminho sagrado. O que seria de nós sem vocês? O que seria da humanidade sem mestres a nos orientar e nos formar? Acreditem, mesmo com todas as crises existentes, vocês têm um valor incalculável para a sociedade. Mesmo que ela ainda não saiba disso. Parabéns por não desistirem de nós!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Bibliotecários, vamos ficar atentos!

Bibliotecários, vamos torcer os dedos e vibrar que que esse projeto vá em frente e não morra na praia. O momento é agora!
(Notícia retirada do PublishNews, 09/10/09)
Quase ninguém deu bola, mas tramita celeremente no Congresso uma proposta que pode vir a ter um impacto extraordinário na vida de editores, livreiros, autores, bibliotecários e, especialmente, leitores. Conforme Galeno Amorim, trata-se do projeto de lei de autoria do senador Neuto de Conto (PMDB-SC) que cria o Fundo Nacional de Apoio a Bibliotecas. O Funab, se aprovado, deve se constituir em uma polpuda fonte de recursos para financiar a revitalização da atual rede de bibliotecas e um vigoroso programa nacional da biblioteca pública. O projeto foi aprovado pelo Senado e agora segue para a Câmara.

Leitura com força total!



(Notícia retriada do PublishNews, 09/10/09)
O ano de 2009 será um marco para todos os brasileiros que acreditam na importância da leitura literária e nos livros. Pela primeira vez será comemorado oficialmente o Dia Nacional da Leitura, no próximo dia 12 de outubro, e também a Semana da Leitura e Literatura. O principal articular dessa iniciativa é o Instituto Ecofuturo, que vem realizando, desde 2006, atividades com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre a importância dos livros e da leitura. Tudo começou quando o Instituto realizou a “Primavera Ler é Preciso”, viabilizando cursos e leituras públicas para centenas de pessoas em São Paulo e Pernambuco. A entidade ainda produziu e distribuiu um Passaporte da Leitura, com dicas simples sobre como tornar a leitura um hábito. Daí, para a realização da 2ª Primavera foi um pulo. E as atividades aumentaram, com leituras públicas durante o Corredor Literário, na capital paulista, exposição de um livro gigante e a criação de um site para a coleta de assinaturas em prol da criação do Dia da Leitura. Primeiro, a data foi instituída em São Paulo, e agora ganha o País, com o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva através da Lei nº 11.899. Uma grande conquista, como garante quem está à frente do movimento da leitura no Brasil.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

08 de outubro - Dia do Nordestino

(Imagem retirada do Google imagem)
Hoje é uma data comemorativa da qual nem tinha conhecimento. É pessoal, vivendo, lendo e aprendendo. Hoje, dia 08 de outubro comemora-se o Dia do Nordestino.
E quanto se dá para falar sobre esse povo lutador, destemido, forte que enfrenta tantas dificuldades. Seja de ordem natural, afinal, quantos nordestinos não pelejam para dobrar o dia naquele sertão seco, sem recursos naturais nem materias e tornam-se cada dia mais fortes e destemidos. Através de sua fé inabalável, de sua alegria de viver, de sua tenacidade em vencer, é um exemplo para todo o resto do país. Quantos desses nordestinos trouxeram sua mão-de-obra para o desenvolvimento do sudeste trabalhando em construções civis, no comércio e demais setores. Sem falar na cultura nordestina que é a mais diversificada e preservada de todo esse Brasil. Os nordestinos têm orgulho de sua cultura e passam de geração a geração toda essa riqueza cultural. Enfim, apesar de ainda existir tanto preconceito com relação a esse povo, deixo aqui minha homenagem a todos os nordestinos.

É garotada, o mundo depende de sua conscientização


Minha preocupação enquanto "educadora", além de auxiliar nas pesquisas dos alunos e professores da biblioteca onde trabalho, é de passar noções e informações sobre demais assuntos que vão além da grade curricular. Não sou nenhuma fanática como os adeptos do Greenpeace mas tenho uma certa consciência ambiental e me preocupo com o andamento do planeta com relação à preservação do meio ambiente. E, ao me deparar com essa notícia, por seu cunho pedagógico, achei por bem divulgar por aqui:
Local: Brasília, DF
Data de início: 05/06/10
Data de término: 10/06/10

No âmbito da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável, o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Educação realizam, em parceria com UNESCO, PNUMA, UNICEF, PNUD e Fondation Charles Léopold Mayer pour le Progès de l'Homme, a Conferência Internacional Infanto-Juvenil - Vamos Cuidar do Planeta.
A Conferência é um processo interativo fundamentado na participação democrática que convida crianças, jovens, professores e comunidades do mundo a pensarem e debaterem as questões sócio-ambientais planetárias, e a se responsabilizarem e comprometerem com seu enfrentamento.
Trata-se uma campanha pedagógica que traz a dimensão da política ambiental para a educação. Ela mobiliza e engaja jovens (entre 12 e 14 anos) em pesquisas e debates com a comunidade escolar sobre os desafios socioambientais contemporâneos.
Este é um processo construtivista no qual as pessoas se reúnem, deliberam sobre os temas propostos e escolhem representantes que levam a outras instâncias as idéias consensuadas.
Tais instâncias compreendem a realização de conferências nas escolas, em estados ou regiões (opcionais), nos países e, finalmente, a conferência realizada em âmbito internacional.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Outubro: Mês Internacional da Biblioteca escolar

O mês de outubro é especial para todas as bibliotecas escolares. No entanto, ao mesmo tempo em que fico feliz por esse espaço ter um mês de festividade mundial, me bate uma tristeza e um certo desânimo quando penso no cenário nacional não só das bibliotecas escolares mas de todas em geral.
No entanto, sei que já existem bibliotecas públicas desenvolvendo coisas lindas junto à sua comunidade. Um caso bem legal é o da Biblioteca Monteiro Lobato (SP), que tem sua programação toda voltada para o infantil. É o caso também das bibliotecas temáticas que têm desenvolvido programas muito curiosos e de qualidade. Contudo, as bibliotecas escolares ainda se encontram numa situação bem crítica em nosso país. A começar pelo não reconhecimento de sua importância junto ao corpo pedagógico que muitas vezes a tem apenas como um espaço insalubre, feio e adequado para alunos em castigo por indisciplina. Local, na maioria das vezes inadequado para comportar uma biblioteca, quase sempre formado por móveis velhos, adaptados, sem nenhum cuidado com sua aparência e, infelizmente, com acervo velho, mal cuidado, desatualizado. O que contribui bastante para que o usuário - no caso o aluno - não sinta vontade em emprestá-lo para desenvolver suas pesquisas escolares. Outro ponto fraco nas bibliotecas escolares: sua equipe, isso quando ela existe. É incrível como ainda hoje, em pleno século XXI, a sociedade ainda não se deu conta da importância de um profissional qualificado no comando de uma biblioteca escolar. Veja bem, não tiro aqui o mérito de muitos professores que atuam nelas e que conseguem desenvolver trabalhos bem interessantes. Só que eles são minoria e, no quadro geral, costumam-se ter professores que por um motivo ou outro, se encontram "encostados" nas bibliotecas e que por tédio, falta de estímulo ou, simplesmente por não gostarem daquilo, transformam esse espaço em algo deplorável. Particularmente, já tive experiências bem negativas com esse tipo de profissional, o que só veio confirmar o que já pensava antes. trocando em miúdos e falando de forma bem popular: "Cada macaco no seu galho". Ou seja: professor dentro de uma sala de aula ensinando, bibliotecário desenvolvendo toda sua técnica dentro da biblioteca. É lógico que isso não impede que ambos desenvolvam projetos juntos. Aliás, isso é o que se deveria ver em todas as bibliotecas escolares. Esses dois profissionais trabalhando lado a lado nos projetos pedagógicos. Ambos empenhados em proporcionar ampla aprendizagem aos alunos. Estarei sonhando alto demais? Esperando demais? Não sei, acredito que não. Sempre apostei nas parcerias e essa é a que mais acredito. Só falta entre tantas outras coisas, um pouco de boa vontade de ambas as partes. Bom, mas vamos deixar essa "lenga-lenga" de lado que isso já foi discutido demais, até a exaustão e passemos para algo bem mais real: Nesse mês de outubro desejo mostrar por aqui, projetos de várias bibliotecas escolares espalhadas pelo mundo mas desejo dar ênfase aos projetos desenvolvidos por esse Brasil imenso que habitamos. Portanto, toda notícia sobre esses projetos e escolas que estejam fazendo algo na área, será bem vindo. Quem desejar me comunicar sobre seu projeto, esteja a vontade. Esse espaço será de vocês.

Vamos começar?

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Simpósio de literatura fantástica, leitura dramática e lançamento de livro

Um evento bem legal que vale a pena divulgar. Mesmo que em cima da hora. São as bibliotecas temáticas que começam a divulgar sua programação.
E tem para todos os gostos. Confira.
Aproveite e veja as outras programações da Biblioteca Viriato Corrêa